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11.1.17
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18.12.11
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19.8.10
As políticas incendiárias continuam em marcha. O Ministério da Educação faz a sua parte encerrando mais 701 escolas. No Concelho de Abrantes, a partir do ano lectivo de 2010/2011, fecham a Escola Básica do 1.º Ciclo de Abrançalha de Baixo, a Escola Básica do 1.º Ciclo de Água Travessa, a Escola Básica do 1.º Ciclo de Casa Branca e a Escola Básica do 1.º Ciclo n.º 6 de Abrantes.
1.6.10
A Sra. Ministra da Educação, Dra. Isabel Alçada, escolheu um sorriso e o Dia da Criança para condenar ao encerramento 900 escolas com menos de 20 alunos. Em Setembro de 2003, o Sr. Primeiro Ministro, Dr. Durão Barroso, tinha ido a Alfândega da Fé estabelecer os seus objectivos nesta matéria e nessa altura dizia aqui no blogue que: "(...) aí está, incendiário, a prometer a morte a todas as escolas com menos de 10 alunos. (...) Eu acho que em qualquer povoação a escola devia ser a última casa a fechar. As escolas são, ou podem ser, espaços de: aprendizagem, convívio, dinamização social e cultural, internet, acesso a redes de comunicação, apoio a actividades de escolas urbanas, apoio aos bombeiros, apoio aos idosos, apoio à leitura e à escrita, ao saber, ao Verão... As escolas fechadas, destelhadas, com carteiras empilhadas no exterior à espera de uma fogueira, descaiadas, com recreios cheios de ervas, abandonadas na Medroa, na Pucariça,... são só mais uma representação da decadência do País."
Como eu gostava de me ter enganado. Como eu gostava que daqui por mais meia-dúzia de anos (na véspera de passarmos a falar espanhol porque sai mais barato?) não fosse preciso vir aqui criticar o encerramento das escolas com menos de 50 alunos... Estas estratégias centralizadoras, urbanizadas, falhas de diversidade e plenas de megalomania, de que o concelho de Abrantes é exemplo, coincidindo com escolas que não asseguram a instrução básica a uma significativa percentagem de portugueses, provocam deficit, não têm em conta os melhores interesses das crianças.
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0s 10 Princípios da "Declaração dos Direitos da Criança", extraídos do blogue: As borboletas do Tramagal.
21.5.10
Escola
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Ouço diariamente professores a dizer que os alunos "cada vez sabem menos" e que é difícil ensiná-los. Embora isso não seja fácil de demonstrar estatisticamente, creio que o nível médio de conhecimentos tem regredido, nomeadamente no domínio de competências fundamentais nas áreas da língua portuguesa, matemática, história, geografia ou dos "trabalhos manuais".
A escola evoluiu muito nos últimos 30 anos, cresceu - alunos, professores, funcionários e instalações - mas talvez não se tenha desenvolvido bem. A explicação não está só dentro dela, a deficiente adaptação da "nova escola" ao ambiente também justifica os problemas que hoje se vivem no sistema de ensino.
Muitos estudantes questionam-se sobre a utilidade do que os "obrigam" a estudar e parece não entenderem que a aprendizagem das matérias leccionadas lhes permitirá enfrentar melhor o futuro.
Desde o tempo em que Cavaco Silva foi Primeiro-Ministro, pelo menos, há 25 anos, que se percebem problemas de qualidade na escola portuguesa. Não tendo o País recursos naturais abundantes é óbvio que "a nossa principal riqueza são os recursos humanos", mas passado tanto tempo a actual crise económica veio evidenciar a fraca produtividade nacional.
É urgente um "esforço" para melhorar o nosso desempenho, porque o deficit de conhecimento é o grande problema da nossa economia e parece faltarem oportunidades para o recuperar. É preciso discutir a forma de o fazer e parece-me vantajoso que essa discussão se centre mais no estudo de soluções simples para os problemas que se podem resolver na autonomia das escolas, do que nas "grandes questões" do "parque escolar", das "carreiras", da "alta pedagogia" ou "orçamental". No sistema de ensino gasta-se muito sem ser a ensinar...
Algumas propostas: a) maior rigor - não pode haver "falsas escolaridades" (passar pelo sistema sem obter as respectivas qualificações); b) clarificar os estatutos e aumentar o nível de cumprimento das regras; c) reponsabilizar a família na educação formal e informal dos seus educandos; d) reduzir a burocracia escolar; e) dimensionar e organizar melhor as turmas e horários da escola; f) reduzir a carga horária em actividades do tipo "aula de formação cívica", "aula de estudo acompanhado", "aula de área escola", "aula de substituição", etc.; f) proporcionar aos alunos o contacto com "realidades diferentes" daquelas em que vivem; g) promover a utilização dos novos meios de comunicaçao; h) reconhecer o mérito e a competência;...
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Ontem houve conhecimento da "criação da primeira célula viva com genoma sintético". Foi na escola que a imagem de cima ilustra que aprendi o que era uma célula e me entusiasmei pela curiosidade sobre "a essência da vida". Foi-me ensinado pelo professor Albano.
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O Tramagal é bom exemplo de como o investimento em formação, incentivado desde os primórdios da industrialização, há 100 anos, foi o garante fundamental do desenvolvimento da sua população.
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(em construção)
24.3.10
A Escola Básica do 2º e 3º Ciclo com Ensino Secundário Octávio Duarte Ferreira, de Tramagal, está a realizar até ao final de Maio uma campanha de recolha de resíduos eléctricos de pequena dimensão. Esta campanha - Geração Depositrão 2010, insere-se num programa de actividades que contribui para que a escola continue a hastear a bandeira verde, um galardão que distingue os estabelecimentos de ensino à semelhança da bandeira azul das praias.Esta recolha vem na sequência de outra campanha realizada até Janeiro, que permitiu recolher e encaminhar a destino adequado - reutilização e reciclagem, 10 toneladas de máquinas eléctricas de maior dimensão. (com base em notícia Rádio Tágide)
23.3.10
Caro Atalaia
Depois de ler o seu comentário no post anterior lembrei-me que tinha uma foto da placa em questão.
21.3.10
Na sequência das últimas publicações e do desafio lançado à participação dos nossos leitores, recebemos um email de António Gil Ferreira com as seguintes imagens e respectivas legendas. Obrigado.
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20.3.10
clique aqui para Carta Educativa de Abrantes; clique na imagem para ampliar.
Em todas as vertentes se revelam indícios de não existir estratégia para o território do Tramagal. Ao único lugar central da Comunidade Urbana do Médio Tejo situado na outra banda vaticinam uma mediocridade lenta.
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19.3.10
Não quero ser polémico mas há coisas que não posso deixar de referir, amigo "Lamacheira e Barca",não sei o que pode acontecer a esta escola mas sei que segundo a carta educativa do concelho de Abrantes esta escola será para encerrar,também sei que o programa do P.S. da Junta de freguesia do Tramagal refere a determinado ponto o seguinte:"Acompanhar o desenvolvimento da qualificação do parque escolar conforme previsto na carta educativa",portanto o compromisso está assumido.Espero que esteja enganado mas o futuro desta escola estará traçado ou não????? Ou então a carta educativa está errada!!!!!!!
Anos 60
Graças a uma foto abaixo publicada, veio-me à memória os meus tempos de Primária e o meu professor São Pedro.Meninas para um lado, meninos para o outro.
Por vezes,existiam raríssimas excepções, como se constata nesta classe uns anitos mais nova que a minha.
RL
17.3.10
16.3.10
Uma alusão num comentário ao poeta Augusto Oliveira Mendes suscitou uma troca de e-mails devido à coincidência entre o seu nome e a do seu pai, que serão idênticos.
Palavra puxa palavra, recordei o quintal do Café Alarico onde jogámos matraquilhos e via Augusto Oliveira Mendes, o pai, lavrador, a jogar às cartas. Este, ao contrário(?) do filho, era pessoa de frases espontâneas mas pouco significativas, que proferia durante o jogo da sueca : "30 de boa vida já ninguém me tira"...; Terá conseguido ir à atalaia com o ás de trunfo (ir à atalaia é levar uma limpa na gíria da sueca); Quando o trunfo saía espadas os colegas de jogatana sabiam de imediato o seu jogo: calhando poucos trunfos era o silêncio, se muitos, lá vinha a célebre expressão: "há bagunça!" (referia-se a azeitona). É de recordar os seus parceiros de sueca: António Mendes, Manuel Cordeiro e António Curto.
A casa que serviu de Café do Sr. João Alarico merece um reparo especial da comunidade tramagalense: foi residência da 1ª professora oficial de Tramagal - Sr.ª D.ª Leonor. Mereceria uma placa evocativa.
Agradeço a prazenteira troca de e-mails. A história do Tramagal também se vai fazendo assim...
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Palavras do poeta e ligação para uma biografia:
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16.10.09
A UTIT tem cerca de 100 alunos e 60 professores, que sob a coordenação das professoras Cesaltina Neto e Alcina Tomás irão desenvolver um vasto conjunto de actividades.
As inscrições estão abertas ao longo do ano.
14.10.09
... Sabe bem ler estas notícias,mas encontrar a Escola Básica e Secundária Octávio Duarte Ferreira (Tramagal) no 124º lugar ainda me soube melhor. É um excelente lugar, um 12 (numa disciplina em que o prof num dá mais que 15 e houve 90 negas), a melhor escola do Concelho, à frente de 480 outras escolas do País.
Parabéns à Escola, em especial aos alunos. Para o ano, com um 13, entram no Top30 ;)
7.9.09
A Quidgest realiza dia 9 de Setembro de 2009 a primeira edição do Congresso Q-Day, subordinado ao tema "Inovação contra a Crise". A Quidgest, uma “fábrica de software”, é o maior produtor de software empresarial de origem nacional e um dos vários exemplos de organização da área das tecnologias da informação em que participam tramagalenses.
26.7.09
30.6.09
CERTIFICAÇÃO DE NÍVEL BÁSICO - CRUCIFIXO
Pedro Pombinho, Cristina Lima, Fernando Ribeiro, Mafalda Matias, Luísa Matos, Amândio Barroso, Teresa Luís, Eduarda Fonseca, Ana Paula Texugo e António Campos foram os 10 adultos do Crucifixo certificados com o 9º ano de escolaridade, no passado dia 24 de Junho na ATEP, em Torres Novas.
Este processo de RVCC realizou-se na Escola Primária do Crucifixo e terá o seu culminar com a entrega dos Diplomas no dia 1 de Julho na Escola Profissional de Torres Novas, pelas 17h.
A estas, irão juntar-se outras pessoas, entre as quais do Tramagal, que já terminaram o processo.
Valeu a pena o esforço e empenho destas pessoas! Aliás, vale sempre a pena!
Mais informações em http://cnoatep.blogspot.com/ ou 249 812 314.
Nota: As inscrições continuam abertas para o processo de RVCC / Centros Novas Oportunidades, tanto para o nível básico (4ª, 6º ou 9º ano) como para o nível secundário (12º ano).
As fichas de inscrição estão disponíveis na Junta de Freguesia de Tramagal.
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