26.12.20
21.12.20
20.12.20
Mirante
“Saber seria fatal. Na incerteza é quem está o encanto. O nevoeiro dá às coisas aspectos maravilhosos”
Oscar Wilde
16.12.20
10.12.20
8.12.20
9.7.20
26.5.20
COOP
“(…)quando a
gente que o trabalha
não tem nada
que lhe valha
a não ser a
sua vida
mal amada e
mal sofrida
a não ser a
sua história
embora de má
memória
a não ser a
alternativa
que é a vida
na cooperativa.
Um tractor – S.G.
25.5.20
Arco da Velha
“Tenho as estrelas por telha
O meu tecto um velho barco
Por paredes a maresia;
Espreita-me o arco-da-velha
Como se a velha e o arco
Me fizessem companhia(…)”
22.5.20
Vila
“(…)Foi sem mais nem menos
Que um dia selou a 125 azul
Foi sem mais nem menos
Que partiu sem destino nenhum
Foi com esperança sem ligar muita importância àquilo que a vida quer
Foi com força acabar por se encontrar naquilo que ninguém quer (..)”
Trovante
21.5.20
Forja
“menos que ferreiro, se
tiver saúde, não deixo de ser. Se puder ser mais alguma coisa, porque não
tentar consegui-lo?”
20.5.20
Sombras
“Quem sonha
de dia tem consciência de muitas coisas que escapam a quem sonha só de noite.”
Edgar Allan Poe
13.5.20
Caldeirão
‘Um homem não é uma margem que apenas existe de um ou de
outro lado. Um homem é uma ponte ligando as diversas margens.’ Mia Couto
9.5.20
Tago
“(…)Ao virar da esquina de súbito
avistamos
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada.”
Irisado o Tejo:
Então se tornam
Leve o nosso corpo e a alma alada.”
Sophia de Mello Breyner Andresen (1994),
in Obra Poética, 2011
26.4.20
Catavento
Do alto da
torre da igreja
Vê-se o
campo todo em roda.
Só do alto
da esperança
Vemos nós a
vida toda.
FP
25.4.20
22.4.20
Ruinas
“Cobrem plantas sem flôr crestados muros;
Range a porta anciã; o chão de pedra
Gemer parece aos pés do inquieto vate.
Ruina é tudo: a casa, a escada, o horto,
Sítios caros da infância.(…)”
Range a porta anciã; o chão de pedra
Gemer parece aos pés do inquieto vate.
Ruina é tudo: a casa, a escada, o horto,
Sítios caros da infância.(…)”
Machado
de Assis
21.4.20
Colossos
“(…)Dá-me uma gotinha
de água
Dessa que eu oiço
correr
Entre pedras e
pedrinhas
Entre pedras e
pedrinhas
Alguma gota há-de
haver(…)”
Tradicional Alentejano
18.4.20
27.3.20
Águas passadas
Há um retrato de água e de quebranto
Que do fundo rompeu desta memória,
E tudo quanto é rio abre no canto
Que conta do retrato a velha história.
José Saramago
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