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8.3.12


No dia 13 de Março, pelas 18h, na Junta de Freguesia de Tramagal, em sessão aberta à comunidade, irá ser feita a apresentação pública da proposta de Revisão ao Plano de Urbanização do Tramagal (PUT). Informação relativa ao processo de revisão: termos de referência; outros elementos (clique nos links)

8.12.10

Da análise do Press Release da CMA nº 282, de 29 de Novembro – “Plano de Actividades, Investimentos e Orçamento para 2011” * destacam-se as seguintes acções com maior impacto na evolução da freguesia de Tramagal:


Promoção da Cidadania, Qualificação da Democracia Local e Promoção

- Criar uma política para a habitação jovem (no âmbito da regeneração urbana);

- Promover a iniciativa Jovens Criativos (no âmbito da Agenda Local XXI);

- Incentivar a fixação de profissionais de saúde no concelho;

Cultura, Turismo e Desporto

- Adaptação do edifício dos antigos escritórios da Metalúrgica para instalação do Núcleo Museológico Duarte Ferreira;

- Realização do Encontro Ibérico do Azeite;

- Criação do percurso do Tejo entre Alvega e Amoreira;

- Requalificação do Miradouro da Penha/Monumento Duarte Ferreira em Tramagal;

- Valorização do Cais de Acostagem em Rio de Moinhos;

- Valorização o desporto escolar em articulação com as associações e clubes,

Conhecimento, Educação e Formação

- Revisão da Carta Educativa;

- Construção do novo Centro Escolar de Tramagal);

Sustentabilidade e Qualificação Urbana e Ambiental

- Conclusão do projecto para distribuição de água ao sul do Concelho a partir de Castelo do Bode;

- Conclusão da revisão do PDM;

- Desenvolvimento de um plano para a recuperação de fontenários e reconversão em bebedouros.

Inovação e Desenvolvimento Tecnológico

sem acções previstas para a freguesia

Acolhimento Empresarial

sem acções específicas previstas para a freguesia

Modernização Administrativa

- Criação dos portais das 19 freguesias.

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* O Plano será discutido e aprovado na próxima Assembleia Municipal.

19.7.10


Este blog tem vindo a noticiar o inicio da requalificação deste espaço público na vila do Tramagal. Como esta imagem bem mostra, e os sinais como a título de boletim informativo também nos dizem,«COMEÇARAM OS TRABALHOS» da tão esperada requalificação. Com esperança, paciência e compreensão,vão-se criando condições para que os filhos desta vila começem a sentir que afinal não estão esquecidos!... Será???
É QUE AINDA EXISTE MUITO MAIS PARA FAZER! ...

14.7.10

Este parece ser o local onde terá um dia de ser viabilizado o prolongamento desta rua, possibilitando o entroncamento com a Rua do Mercado. Esta possibilidade viabilizaria que o Pórtico do portão do Futebol fechasse de vez ao trânsito e ficasse apenas para passagem de peões e ciclistas.

25.6.10

Foi notícia neste Blog a proximidade do início dos trabalhos de requalificação deste espaço. Não restam dúvidas e por incrível que a alguns possa parecer, já se notam através destes pontos geodésicos indícios do início dos trabalhos.

4.6.10

Este é mais um entre tantos outros que nas ultimas décadas nunca passaram além de ser projectos da Vila.

Pelo menos tem a particularidade de ser gravado em pedra com nome de rua, que não o é!

26.3.10

Foi ontem apresentado o Relatório da Sinistralidade Rodoviária 2009. Na última década Portugal conseguiu diminuir bastante o número de acidentes graves que ocorrem nas nossas estradas, o que é reconhecido como uma das melhores evoluções do nosso País.
Ao reparar que Santarém é o terceiro distrito com maior número de vítimas mortais de acidentes rodoviários, recordando como, infelizmente, vamos com alguma regularidade sendo tocados por este drama,  aprofundei um pouco a questão e cheguei a algumas evidências:
Em 1999 faleceram 117 pessoas nas estradas da região, em 2009 foram 74. Em Lisboa, a área com maior sinistralidade, houve 79 óbitos;
O ratio nºde mortes em acidentes rodoviários/nº de habitantes é anormalmente alto em Santarém, o mais alto de Portugal, e essa característica mantêm-se há pelo menos uma década. Neste distrito, no último ano houve 16 mortes por cada 100 000 hab, quando essa média nacional é de 7 e em Lisboa o valor é de 4;
O facto da região ser atravessada por um grande volume de tráfego justificará alguma da incidência, mas não explica porque é tão arriscado circular nas suas vias.
Perante isto, julgo deverem as entidades competentes: Autoridade Nacional Segurança Rodoviária, Governo Civil, Autarquias, Estradas de Portugal, Brisa, Euroscut, etc., convergir urgentemente num plano para melhorar a segurança rodoviária em Santarém.
Aos condutores cabe o papel fundamental. Estamos à beira da Semana Santa, uma das épocas de maior intensidade de tráfego na região. Na Primavera, o Vale do Tejo, em especial o Tramagal, têm encantos que merecem uma visita. Em Constância, a Festa de Nossa Senhora da Boa Viagem  é um dos atractivos mais interessantes. Vamos conduzir com cuidado.
(a partir de notícia de O Mirante)

24.3.10

20.3.10

clique aqui para Carta Educativa de Abrantes; clique na imagem para ampliar
.
Em todas as vertentes se revelam indícios de não existir estratégia para o território do Tramagal. Ao único lugar central da Comunidade Urbana do Médio Tejo situado na outra banda vaticinam uma mediocridade lenta.

7.3.10

EM VIGOR:

EM REVISÃO. (1) (2)

EM QUE FICAMOS?

RL

28.2.10

veneza
.
Com as acque alte. a insustentabilidade do Aquapólis ganha realce:
.Do ponto de vista ambiental - a artificialização "contra natura" reduziu a biodiversidade, prejudicou a paisagem e alterou determinantemente a hidrologia do rio degradando o estado da massa de água.
.Do ponto de vista económico - os impactes positivos directos não se verificaram e só considerando todo o investimento realizado como "a fundo perdido" se poderão algum dia alcançar. A valorização de áreas envolventes, concretizando-se a injustificada conversão de solo rural em urbano (PDM, PUA, PPAquapólis Norte?) originará mais-valias privadas, algum emprego na fase de construção e receitas autárquicas que não compensam minimamente o esforço realizado pelo Estado.
Os custos de manutenção do Aquapólis são elevados: estimo que ascendam a uns 30000€/ano e tendem a aumentar sem receitas que os suportem.
.Do ponto de vista social - os benefícios da disponibilização de alguns equipamentos e mobiliário, como bancos, parques infantis e para a terceira-idade, ciclovia ou anfiteatro foram comprometidos por erros de projecto: a localização dos referidos parques deve ocorrer em sítios onde se possa ir sem ser de automóvel (esta "lógica de Central Park" que a CMA também adoptou para o S. Lourenço é desadequada à realidade concelhia); a ciclovia é um troço isolado, desconectado e de pouca utilidade; o anfiteatro, pouco funcional e mal implantado, só permite ouvir o trânsito e o ruído que provoca quando pisa as juntas da ponte (ouvi dizer que vão fazer outro auditório no castelo, não há mais nada onde gastar dinheiro?); o mobiliário urbano, nomeadamente os bancos, foram mal dispostos, têm pouco uso e estão a degradar-se rapidamente.
A invenção da praia do mar de Abrantes seria boa se a água e a areia o fossem... As análises da água realizadas até 2008 deram várias desconformidades, principalmente na margem Sul. Quem tem o Castelo do Bode e as suas várias áreas de recreio balnear por desenvolver devia começar por aí.
.Do ponto de vista da governança - o Aquapólis teve reduzida discussão pública e não teve avaliação ambiental (!?). Fez parte de uma "visão" que dispôs de demasiados fundos públicos e produziu ao longo do Tejo várias obras de duvidosa utilidade. O Aquapólis é um mau exemplo ambiental, arquitectónico e de gestão autárquica, dá razão a quem diz "eu não posso fazer nada mas "eles" podem fazer cidades dentro do rio"... Qual é o papel da Administração da Região Hidrográfica do Tejo neste processo?
.,
imagem de O Cidadão abt

12.2.10

11.2.10

0 km
1,5 km
3,9 km
4,8 km
6,6 km
hipótese de traçado de ligação da EN118 à A23 na zona de Tramagal

O tráfego na A23 no mês de Janeiro diminuiu 25 a 35 %, de 2009 para 2010 ! Do Entroncamento a Abrantes entram e saiem da autoestrada 4065 veículos/dia. Como ilustra a figura de baixo há alguma correlação entre a dimensão do tráfego e o desempenho económico.
.

(em construção)

8.2.10

Imagem do Grupo de Amigos da Ferrovia Norte Alentejana . Bom Grupo.

20.11.09

14.11.09

39º 27'

9.11.09

Tramagal
A Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo já tem online fotografia aérea mais recente que a do googlearth.

28.10.09

O CN está previsto para um local onde o Plano Director Municipal não permite construção, aparentemente em área do domínio público e em leito de cheia.
Pelo que nos é dado ver o projecto arquitectónico não desmerece. À semelhança do Museu Ibérico de Arqueologia e Arte, será mais um edifício bonito, que "fica bem" na colecção de arquitectura da CMA, investimento público com que o Município parece querer compensar a degradação do edificado nas áreas mais antigas dos núcleos urbanos e nas áreas rurais, a má arquitectura de alguns projectos recentes (por exemplo o Aquapólis), o desmazelo a que vota alguns monumentos (por exemplo no mirante, em Tramagal) e o "suburbanismo deslocado" da Chainça e arredores.
O CN no Aquapólis insere-se numa política de proximidade? Contribui para uma comunidade+viva? Promove solidariedade? Aumenta a competitividade? É sustentável?
Não me parece:
Na fase de construção pode gerar alguns postos de trabalho e na de exploração uma dezena (?) de empregos públicos;
A actividade desportiva nas disciplinas náuticas tem pouca tradição na região e a alocação de recursos a esta actividade diminui os disponíveis para outras modalidades ou para a promoção do desporto informal. É pouco provável que o remo, a canoagem ou a vela, no Tejo, venham a ser uma actividade importante na socioeconomia local;
O acréscimo de competitividade que esta despesa de mais de 1 milhão de euros provoca é pequeno, e muito duvidosa a afirmação do CN na competição existente entre equipamentos do mesmo tipo (o nevoeiro, o frio, o calor, a má qualidade da água não são vantagens comparativas). O CN não será determinante para atrair às Barreiras do Tejo muitos novos residentes;
Estes equipamentos públicos têm revelado problemas de sustentabilidade: as receitas, regra geral, não cobrem as despesas e algum impacto positivo na economia só se faz sentir indirectamente, no aumento da rentabilidade da hotelaria, da restauração e do comércio, se estão suficientemente desenvolvidos;
O CN se for implantado a uma cota inferior à do tabuleiro da ponte do comboio corre o risco de ir água abaixo.
Para se fazer um investimento deste género porque não se olha para a albufeira do Castelo do Bode? O "lago azul" tem maior potencial e pode ser explorado de forma sustentável. Está a pedir melhores acessos e que se pense Abrantes como um Concelho.
Erigir o centro náutico nas margens do "mar verde" exemplifica como nos afundamos na Europa: consumimos os fundos que excepcionalmente são postos à disposição do País sem os aplicarmos devidamente na valorização dos recursos endógenos.

7.10.09

Acabar este arruamento tem que chegar a promessa eleitoral?

Nesta empreitada da Câmara Municipal de Abrantes em que se construiram os arruamentos na envolvente da piscina, adjudicada à Lena, estiveram envolvidos projectistas, técnicos da câmara, empreiteiro, trabalhadores (entre eles algum engenheiro), fiscalização,... mas não se conseguiu reunir brio suficiente para executar aqueles escassos metros de rua e ver que ficava mais barato fazer logo isso.
É uma coisa de pouca importância, eu sei, pode até ser exagero usá-la como exemplo, pode, mas parece-me típica da gestão autárquica passada e exemplifica o nível de propostas que se fazem para o Tramagal. À Câmara que sair das próximas eleições: cumpram lá essa promessa até ao final deste ano.
..
Outra promessa - "Acompanhar a construção da via de acesso à zona de serviços no Tramagal, conforme o Plano de Urbanização", pôs-me a olhar para o PUT para perceber o que se pretendia fazer. Não encontrei a "zona de serviços" e fiquei sem saber que via se quer construir (sugiro-vos a leitura desta lei).
Não dei por mal perdido o tempo, permitiu-me voltar a reparar no caso da imagem de baixo, que se situa também ali perto da fundição, e pensar: porque é que a "Rua D. Maria Basto", que integra um dos eixos fundamentais da rede viária da Vila, não continua até entroncar com a Estrada da Zona Industrial?
Se ainda não foi alienado o lote que está na "frente da rua", seria bom proceder à alteração do loteamento industrial para salvaguardar o arruamento e podia-se executar na mesma empreitada do asfaltamento do caso de cima.