23.3.10


Eis mais um conjunto de paredes onde o saber e o conhecimento foram enclausurados para a “eternidade”.

10 comentários:

TZ disse...

Permite-me discordar da legenda: o saber e conhecimento que dessas paredes saiu "anda à solta".
Importante o alerta para o "mau estado" desse conjunto de edifícios bem no centro do Tramagal, onde estiveram a oficina de Eduardo Duarte Ferreira, a sua residência (?), a Cooperativa, a Escola e a Biblioteca. Têm área para instalar um Museu Ibérico de qualquer coisa, ou ...

valentim disse...

vamos andando.....

Atalaia disse...

A antecipação é meio golo!!!
Amigo Lamacheira & Barca...Foi por um triz que não fui eu a publicar esta questão.Estava-me a preparar para publicar tudo o que diz e não só!...Foi pena a sua fotografia não ter focado a placa que está na porta, e ficá-se perceptível a sua leitura...Olhe que a instituição que lá está inscrita, merece um enorme respeito não acha?...Então isto faz-se?...Tenham vergonha e retirem de lá este rabo de PALHA!!!

TZ disse...

Caro "Lamacheira e Barca",
Peço desculpa mas ao manusear o blogue para harmonizar os formatos a imagem da biblioteca deixou de se poder ampliar. Se puderes volta a editar o post apagando a imagem e voltando a carregá-la. Obrigado.
Abraço

Lamacheira e Barca disse...

Amigos Atalaia e TZ... a ideia nem era a de criticar negativamente pelo facto de estar ao abandono (isso acaba por ser normal nas nossas paragens, até porque as novas instalações são bastante dignas), era antes o de recordar o velho imóvel que todos partilhamos e em que vezes sem conta, visitamos, subindo as escadas de madeira para levantar livros que nos deliciavam. Velhas saudades…

RL disse...

Um outro Olhar:

http://tramagal.blogspot.com/2009/07/primeiro-estranha-se-depois-entranha-se.html

RL

TZ disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
TZ disse...

RL, bem repuxado "um outro olhar", a permitir ver que aquela porta EDF tem mais de 100 anos...

TZ disse...

LB, Obrigado por teres recarregado a imagem.
Será sempre de recordar o trabalho da Fundação Calouste Gulbenkian e dos seus funcionários, nomeadamente o Sr. Simplício e a Natália, que a partir desta casa incutiram o gosto da leitura a centenas de tramagalenses.
Desconheço a quem pertencem actualmente os edifícios da biblioteca e os que serviram de escola até há uns 30 anos. Julgo que a herdeiros da família Duarte Ferreira.
Deixem-me sonhar, como dizia o treinador José Torres: este conjunto de edifícios tem espaço para uma escola/oficina de ferreiros, uma loja associada, um museu do ferro, um núcleo artístico relacionado com a metalurgia, habitações para jovens, um pequeno hotel, uma biblioteca dedicada à metalurgia...
O saudoso Sr. Maximiniano ainda ensinou a arte do ferro forjado a alguns "jovens da minha idade", ainda haverá "massa crítica" para caminhar essa estrada?
Entenderão as entidades públicas que em vez de apostar em "MIAAs" de sustentabilidade duvidosa (Secretário de Estado dixit) se podiam aproveitar melhor recursos endógenos, as nossas vantagens comparativas, e investir no desenvolvimento da economia a partir da cultura e qualificações da população local?

João Baptista Pico disse...

Desculpem lá não ter participado mais cedo. Mas estive a ver uns videos engraçados que recomendo vivamente e muito a propósito.
Pesquisem no google em " A Dança do Haka em Montalegre"
Bestial mesmo...