7.7.10

Já está de cara lavada ... Agora sugeria-se que em vez dos espelhos que se encontram na esquina por detrás do sinal de STOP, fosse aplicada sinalização luminosa (semáforos) uma vez que o estacionamento nas proximidades (Rua do Mercado), implica confusão aos automobilistas, obrigando-os a avançar até quase à entrada do Arco para poderem avançar no sentido «SUL - NORTE» tendo já acontecido situações pouco desejadas.

26 comentários:

João Baptista Pico disse...

E quanto custa colocar semáforos nesse beco?
Quem paga?
Imagine essa colocação generalizada a todos os cruzamentos com perigos como os que reconheço nesse local, quanto não iria gerar em despesa pública no concelho?
Admirava-se se atingisse o preço de uma ponte minimalista?
E depois dos semáforos, que tal um par de guarads republicanos a vigiarem os automobilistas cumpridores e respeitadores dos sinais luminosos?
E a mesma generalização para todo o concelho?
Ah, e quanto ao muro ao lado, não valeria apena tentar abrir outro sentido de trânsito por esse muro fora?
É que com o dobro da largura e um bom passeio, essa rua já dispensava semáforos...
Desculpe lá Sr. Atalaia, mas o país precisa de outra racionalidade nas despesas. E de maior funcionalidade e outra dimensão nas obras...

D´Atalaia disse...

Parece-me desnecessário o seu pedido de desculpas,porque entendo que o Sr. tem pleno direito de colocar todas as opiniões que entender serem merecedoras de atenção para uma melhor solução não só deste, como de todos os problemas do Concelho.Da minha parte achei a solução que sugeri a mais adquada,não querendo contudo reivindicar que seja a melhor solução!...Hája ideias e aplique-se a melhor...Aqui no Tramagal e em todo o Concelho.

Cumprimentos

D´Atalaia

PS:há muito que não o via por cá?...

paredes cardoso disse...

Penso que se não se contrariar a velocidade de renovação e transladação, em breve, nada restará do Tramagal antigo.
Compreendo a vontade de mudanças e melhoramentos, mas deixemos isso para as nossas casas, onde nos sabe bem renovar a cor dos cortinados ou substituir o sofá velho por outro mais bonito e confortável.
Creio que basta uma pouco de bom-senso para uma circulação segura dos automóveis: nada de pressas e alguma cautela.
Assim é possível conservar o portão do futebol, em paz, na forma e contexto originais.
Muitas vezes, vejo a vila parada em questões onde era preciso dinamismo. E demasiado movimento onde seria proveitoso coragem para parar.

D´Atalaia disse...

Caro comentador/a

É com agrado que verifico que existe da sua parte grande preocupação com a história, por isso também concordo com a sua opinião...Retirar o Arco do local primitivo, seria a exemplo de outras situações remover a história da Vila para outras bandas o que não seria justo.Tenho presenciado em outras localidades um enorme interesse na preservação de edificios antigos que ao serem reabilitados pelas autarquias são verdadeiros doc: da história dessas localidades.

Agradeço o seu oportuno ponto vista.Não queiramos começar agora a construir história!...Essa já vem de outrora...Começe-se a construir a história futura.

Bortial disse...

Mas quem é o dono deste blog?
Isto tá mesmo morto por culpa dos ajudantes.

Joaquim disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Joaquim disse...

O que me surpreende nestas trocas de impressões é o facto de o D'Atalaia desconhecer Ana Paredes Cardoso, senhora com alguma nomeada no âmbito da Arte, da Arquitectura e da História, com assento na região!!
Ó senhor, cultive-se! Leia!

João Baptista Pico disse...

A opinião da Srª arquitecta pode servir noutros contextos de respeito pelo passado.
Todavia, há algo que temos que saber contextualizar no tempo.
E como falou em modificações toleráveis e úteis dentro das habitações não posso deixar de lhe apontar o facto de ter falado num dos motivo dessas mesmas modificações, precisamente em razão do nosso "conforto"!
Aqui está o problema do "pórtico".
A sua manutenção é um "desconforto" em absoluto. Ou se põe cobro à rua para circulação de automóveis e então obttém-se todo o conforto com o " Pórtico" fazendo daquela entrada a passagem pedonal que sempre foi.
A arquitecta saberá como Rasmussen um dia colocou a foto de um pagem da Idade Média em cima de uma bicicleta e logo percebemos o insólito e o desconforto.
Aquele pórtico não pode estar sobre uma rua para passagem de carros!
E aí sim completa-se a "história": aquela era uma entrada de pessoas, quando os carros eram muito raros.
Agora semáforos e outras modernices faria voltarmos ao pagem a pedalar uma bicicleta...

TZ disse...

Caro Bortial
Permita-me reafirmar que este blog não tem "dono" e está aberto à cooperação de todos os que nele queiram participar. Para o fazer, pode endereçar-se email para tramagal@gmail.com com os conteúdos ou informações que se queiram publicar, comunicar no mesmo email a vontade de ser co-autor do blogue (permite publicar facilmente as mensagens que cada um entenda) ou comentar o que se publica.
Este blogue está e estará vivo por culpa dos ajudantes, sempre.
Cumprimentos

ruadocabeço disse...

boas

João Baptista Pico disse...

Sr. ATALAIA,
Aquela rua só pode servir para peões!!!
CERTO?
KEIL DO AMARAL, não ia gostar de ver passarem por ali tantas crianças e jovens a caminho da Escola à mistura com qualquer azelha destravado, que nem sempre obedecem a semáforos...
O respeito pelo "monumento histórico" não pode servir de desculpa para posturas assassinas, como as daqueles que defendem aquele circuito sem passeios possíveis e em contraste com a rua oposta - a do troço com STOP, que tem dois passeios e o dobro da largura de faixa de rodagem...
HISTÓRICO mas com RESPEITO PELA DIGNIDADE HUMANA E A VIDA DAS CRIANÇAS.
Não concorda, Sr. Atalaia?!

D´Atalaia disse...

Caro sr. Baptista Pico

Eu concordo com todos os pontos de vista que contribuam para uma solução capaz de resolver estes e outros problemas com o intuito de salvaguardar a intregridade fisica das pessoas e em especial de crianças.O que me parece,é que não será justo a transladação do referido Arco do Futebol...Mas só porque não podemos andar a mudar a história todos os dias!...Como se mudou o marco que se encontra por detráz do edificio da JFT...Isso foi uma das maiores afrontas à história desta terra,colocar um «MONUMENTO» marco com uma arquitectura bastante armoniosa num local escondido... perdeu-se uma obra projactada pelo arquitecto KEYL do AMARAL e perdeu-se o real sentido da mesma...Não está de acordo?...Agóra que tem de se resolver este assunto não tenhamos dúvidas que sim... como?Cá estaremos para ver,porque assim não deve funcionar.Ainda sobre o seu ponto de vista,informo-o de bom agrado,que este portão funcionáva apenas aos Domingos de quinze em quinze dias durante a época futebolistica.Outrora os campeonatos (distritais e nacionais) faziam deslocar-se ao Tramagal muitos adeptos dos clubes visitantes,era por este acesso que se fazia o maior caudal de trânsito,o ARCO como pode presenciar tem abertura para peões do lado esquerdo da sua entrada,apenas com um senão, a valeta para escoamento das àguas pluviais, já devia ter outro aspecto (conduta e passeio)até ao final do muro existente desse mesmo lado para facilitar a passagem dos peões,e que ainda não foi feito.Sobre a transladação permita-me que lhe diga em tom humorado...Com tantos problemas sociais e outros, o que seria de LISBOA se se mudásse o bairo de ALFAMA e outros com os mesmos problemas,para junto da Segunda Circular???

Cumprimentos

D´Atalaia

João Baptista Pico disse...

Caro Atalaia,

O Sr. conseguiu desviar a conversa do essencial e já trepava por Alfama.
AS CRIANÇAS, SR. ATALAIA valem mais que um "pórtico", até banal, por sinal, com dois pilares e uma viga encimada de uma pala que nada tem a ver com a outra do Siza Vieira...
AS CRIANÇAS DA ESCOLA e seus AVÓS e PAIS ACOMPANHANTES merecem poder passar como os peões passavam de 15 em 15 dias dantes para o momento dos jogos.
ABRIRAM AGORA OS PORTÕES "CONTRA AS CRIANÇAS" QUE CAMINHAM PARA A ESCOLA. Ou por outras palavras, armaram-lhe uma ratoeira canalha, soltando por ali, não as FERAS do CIRCO ROMANO, mas as "feras" de tudo quanto é ou poder ser automobilistas menos cuidadosos!
REPARE QUE FALTA LÁ O SINAL DE PROXIMIDADE DE ESCOLA!!!
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EU SEI QUE NÃO GOSTAM QUE EU VENHA FALAR AO TRAMAGAL.
QUE FEIO!
EU ESTOU A DEFENDER AS CRIANÇAS CUJOS PAIS MAIS ME ATACAM. PREVERSA MENTALIDADE ESTA DOS PAPÁS SOCIALISTAS... ou por estes caoturados!
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ENTÃO FIXE ISTO APENAS: FECHO AO TRÂNSITO; JÁ!!!
DEBAIXO DO ARCO, SÓ PEÕES!
COMO KEIL DO AMARAL PREVIU!
ISSO É QUE È RESPEITAR A OBRA DE KEIL DO AMARAL E RESPEITR AS CRIANÇAS DO TRAMAGAL!
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Filosofia barata, não obrigado.
Cumprimentos para si e para quem mais me leia.

TZ disse...

Sobre este assunto muito se falou e já tive oportunidade de manifestar a minha opinião: http://tramagal.blogspot.com/2008/11/eu-era-para-passar-de-bicicleta-sempre.html
Mantenho que não me parece haver ali nenhum "grande problema" de tráfego automóvel ou pedonal. Com um bocado de cuidado e bom senso passamos todos.
Fiquei contente que tenha sido feita a manutenção do "portão do futebol".
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Cada vez que ouço falar em "mudanças na circulação, stops para quem vem da direita, sentidos proibidos" fico sempre com receio que se esteja a complicar desnecessariamente. Ocorreu-me a recente história de Rio de Moinhos...
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Já agora: este portão não é o único que Keil do Amaral desenhou no Tramagal. Para além dos "gémeos" deste, que estão lá em baixo no "Comendador", também o portão da Quinta da Barca (o de cima) lhe pertence. Foi o Octávio Oliveira que me alertou para esse facto na sequência da publicação de uma mensagem sobre "portões de Tramagal", em que publiquei uma fotografia dele: http://tramagal.blogspot.com/2009/12/leitor-do-blogue-enviou-nos-ha-alguns.html
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João Baptista Pico disse...

"Com um bocado de bom senso e cuidado passamos todos".
Lamento que haja um abrantino capaz de produzir tamanha barbaridade!
PASSAMOS TODOS?!
POR CIMA UNS DOS OUTROS?!
OU DE BICICLETA?!
NÂO LHE REPUGNA o facto de não existir o minimo recorte de passeio ou área protegida com tinta, para salvaguarda dos peões, maioritária e hipoteticamente, crianças e adolescentes, alunos da Escola anexa?
A placa avisadora de Proximidade de escola?!
Saberão todos os condutores que entrem pelo "pórtico" que atrás daqueles arbustos ao fundo é a Escola Octávio Duarte Ferreira?!
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Como é que o TZ consegue ter estômago e indiferença para falar assim?
Porque não suporta quem diga ou opine diferente de si?
Onde é que está a coerência do discurso de um TZ sempre a puxar para o bucólico e o ambiente e a natureza e o consenso e depois desata a dizer destas barbaridades: de que até passamos todos...
O que é que tem a ver Rio de Moinhos onde se plantaram cento e tal placas de trânsito numa noite e se alteraram os sentidos de trânsito e muita gente acabar por sair à porta do Restaurante "A Cristina", e cruzar-se na Igreja com um falso e perigoso duplo sentido - SÓ PARA RESIDENTES?! - a meio da Rua Dr. João de Deus, como se um carro de repente pudesse identificar um residente ou um não residente?!
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PAREM DE ANDAR A GOZAR COM A VIDA DAS CRIANÇAS. SEJAM RESPONSÁVEIS E SÉRIOS!
AQUILO NÃO SE FAZ. SE OS FILHOS DO TZ ANDASSEM NAQUELA ESCOLA; DE CERTEZA QUE ME DAVA RAZÃO!
TAMBÉM NÃO PRECISA DE ME RESPONDER.
Pode armar em superior que eu para esse lado é para onde durmo melhor...
Porque o que conta é o que já aqui escreveu.

D´Atalaia disse...

Não é por fata de respeito seja a crianças ou adultos ou até mesmo a automobilistas. O que é facto é que existe necessidade de resolução.
E já agora aqui vai mais uma opinião;tudo isto existe porque antigamente e tal como se consta ainda hoje,o dinheiro faz e fazia tudo, assim como as boas influências "cunhas" em tudo o que è sitio.Reparém no pormenor que a seguir vos indico: Como é que surgiu esta entrada que até à bem pouco tempo era propriedade particular,emparedada e com tão pouca largura? Que respondam os entendidos...Por mim acho estranho mas que está lá à isso está!...Tal como uma entrada de um prédio para o espaço onde se encontra o célebre Marco já aqui faládo,e se quiser-mos no mesmo muro podemos identificar um nicho bem evidente mais próximo da entrada para o mercado do peixe lado Norte,isto é o oportunismo dos utentes do usucapião do qual os D.F. também souberam tirar partido...Deixem o PÓRTICO em paz!...Que fique para a história porque isto é que é realidade...Se temos orgulho do que eles fizeram de bom,também temos de deixar para a história aquilo que eles fizeram de mal!!!

cumprimentos

D´Atalaia

João Baptista Pico disse...

Não culpe a história!
Nem foram os de antigamente que fizeram mal.Eles pensaram e bem fazer a entrada, colocar-lhe um portão que avriam de 15 em quinze comno acabei de saber hoje.
Quem nos últimos anos apertou a entrada com muros e casas foram outros.
E não venha com o deixe estar. Estamos a falar de uma ratoeira para crianças. Não é para apanhar pássaros ou ratos. É para ceifar a vida de alguma criança ou mutilá-la para toda a vida.
É nessa perspectiva muito plausível que temos que falar e preparar uma solução condigna: fechar ao trânsito a rua e deixar apenas o troço como caminho pedonal. Os carros podem dar a volta por outro quarteirão e até aliviam o cruzamento.
Eu não quero abrir o telejornal com uma tragédia nesse troço. CUSTA ASSIM TANTO EVITAR ESSA DESGRAÇA À VISTA DE TODOS?
O Sr. Atalaia tem familiares menores na idade escolar?
Então diga lá se não vale a pena trabalhar para os proteger?
Não acha motivador esse trabalho de cidadania?
Nada de atamancar a coisa, com o deixa andar, de que não há-de ser nada e tantas outras desculpas cínicas ou tolas.
E é assim que se tem que falar. SIMPATIA CÍNICA, NãO OBRIGADO!
SIMPATIA HIPÓCRITA, NÃO OBRIGDO!

TZ disse...

Do ponto de vista da circulação, este "pórtico" funciona como um obstáculo que limita a velocidade dos automóveis. A não separação dos domínios pedonal e automóvel na "passagem" é uma consequência da falta de espaço mas também acaba por contribuir para "acalmar" e "alertar" os transeuntes.
Medidas como estas (colocar obstáculos, não segregar os tipos de tráfego), integradas em políticas de "tráfego calmo" (traffic calming), são adequadas a zonas residenciais e a áreas próximas de espaços públicos muito frequentados, escolas, etc., sendo cada vez mais utilizadas nos países mais desenvolvidos, como uma pesquisa na internet facilmente permite ver.
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As vias devem ser desenhadas de acordo com as funções pretendidas e a velocidade automóvel que nelas deve ocorrer.
Por exemplo, noutro caso: ainda há dias o Abílio se referia no blogue Lagamart a um sinal de proibição de velocidades superiores a 50km na estrada industrial. É um caso de uma via que, pelo perfil que têm, incentiva a velocidades superiores, obrigando à lembrança proibitiva. Se de facto não se queria que ali se andasse a 70 ou 90 deviam ter feito uma estrada diferente e é óbvio que ali os peões e ciclistas deviam estar protegidos pela separação do seu domínio (passeio e ciclovia), a iluminação, etc.
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O encerramento do tráfego automóvel sob o "pórtico", sem mais, afunila todo o trânsito automóvel para o cruzamento do mercado, em cima do "parque infantil", da Escola Primária... Aí, o problema de trânsito, nomeadamente do risco para crianças que por ali costumam brincar, é maior que este.
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Na realidade, para "passarmos todos" por ali não precisa de ser uns por cima dos outros, nem precisa de haver a cada esquina um sinal e um sinaleiro a mandar ir ou parar.
Basta que uns passem primeiro (os peões e bicicletas) e outros depois (os veículos motorizados), com cuidado, educação, civismo e um pouco de simpatia.

João Baptista Pico disse...

Como é que alguém inteligente e culto como o TZ quer convencer-nos que uma estrada com uma curva arrematada a desembocar entre dois pilares que apertam a via pode ser um local seguro, aprazível e decente para juntar peões (principalmente, crianças animadas e distraídas em correrias) por uma rua tão estreita com muros altos dos lados e sem passeios?!
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Quanto á simpatia dos automobilistas, eu ainda há pouco tive o exemplo disso, nos cumprimentos que teceram numa passadeira de peões - passadeira que o TZ nem sequer preconiza como necess´
aria - com todos a chamarem as mães de cada um ao barulho!!!
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"COM CUIDADO, educação, civismo e um pouco de simpatia"?!
BONITO!!!
Onde é que vê isso?
Costuma andar pelo nosso país, nas estradas?!
Ou só viaja de avião como os n/ políticos?!
O TZ parece estar a ficar demasiado algarvio...

. Quanto à rua da Escola que vai para o Mercado há jardim estreito e passeiuos dos dois lados e passadeiras e ruas largas!
NADA QUE SE COMPARE com o beco da rua do PÓRTICO...
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QUER QUE LHE FAÇA UM DESENHO?
E se a rua é assim tão larga, porque razão os pilares tinham as arestas esmurradas e bem esmurradas ao nível dos taipais?
Até metiam dó...
Se não entender, leve lá os seus filhos a passear... Já que para a escola não costumam ir... Como se depreende pela sua indiferença.

Tramagalense disse...

Mas que grande aborrecimento este, a da conversa do pórtico. Está ali há tantos anos e não me lembro de um acidente que lá tenha ocorrido.
Depois, aqui anda um comentador aos gritos a querer mandar na casa dos outros, a fazer lembrar o tal ditado que diz, "para lá do Marão mandam os que lá estão".
O pórtico está onde está e é ali que vai ficar e é lá que está bem porque foi esse o local escolhido para a sua construção. Já chega de mudanças.

João Baptista Pico disse...

Agradeço que se prontifique desde já para ser o primeiro a ir visitar um acidentado nesse lugar ou a dar as condolências à família da vítima se um dia lá acontecer algum acidente.
Leve mesmo esse seu comentário emoldurado e dê à família.
Se for a sua já não precisa de se maçar mais...
FICA AQUI REGISTADO para que um dia não venha dar o dito pelo não dito.
Tipos com essa mentalidade, merecem que haja quem registe estas coisas.
É que eu já vi muito incompetente e imbecil à minha frente, para ter que escutar conversa dessa.
Não há-de ser nada... Pois não. Não deve apanhar ninguém dos seus. Olhe tenha cuidado. Não cuspa para o ar.
Eu não quero que aconteça nada de mal a ninguém. Por isso, eu não quero ficar como um espectador impávido. Só isso.

Bortial disse...

Ó parvalhão tramagalense tá calado porque já lá ouve vários acidentes e com grandes estragos materiais felizmente nada pessoais.
Este não deve ser de cá ou então anda a dormir lá por fora.
Mas quem é que lhe deu autorização para falar pelos outros e dizer que o bicho fica ali ou acolá.
A falar assim nãp é tramagalense de certeza.

Tramagalense disse...

O Bortial nada mais faz nestes blogues do que "amandar" bocas parvas, dando um excelente exemplo daquilo que não é preciso, que é ser isso mesmo ser "parvalhão". Sei que há pouco tempo até houve um acidente de certo modo grave. Foi motivado pelo descuido de dos intervenientes e não foi causado pelo Pórtico. Cuidado na condução é necessário e isso é o que incivilizados portugueses não são capazes de fazer. Ao volante são todos uns azes.

Quanto a mudanças, Bortialzito, mude-se a atitute parva e negativa e trabalhe-se para uma terra melhor e quanto a isso pode começar por sí próprio já que a sua contribuição é nula e sem qualquer tipo de interesse, para além de parva.

João Baptista Pico disse...

Com que então o tramagalense sabia de um acidente " de certo modo grave" lá com o " Pórtico" , mas não foi culpa do " Pórtico"?!!!!
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Tem consigo a "DECLARAÇÃO AMIGÁVEL" da Companhia de Seguros?!!!
Ou foi o Instituto dos Seguros que tratou da coisa?
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A culpa do "Pórtico" não foi materializada, porque não foi provado que o dito tenha avançado mais para o meio da rua com os seus dois p+ilares? Foi isso?
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Ora aqui está mais um muito mentiroso, a querer encobrir um acidente? E os outros acidentes?
E se as crianças não se tivessem resguardado atrás do pilar?
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Já vi que pelo seu lado, desde que os pilares do pórtico não atravessem a rua, não há perigo de acidente.
Que GOZO!!!
Apanha-se mais depressa um mentiroso do que um coxo...
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Obrigado por ter sido tão rápido a desmascarar-se.
Até tenho que agradecer a esse BORTIAL. E logo um anónimo?!
A gente está sempre a aprender, Pronto leve a taça Sr. BORTIAL...

Tramagalense disse...

Caro Pico

Não me chame mentiroso porque isso é coisa que não sou. Só tomei conhecimento deste acidente depois de ter publicado este comentário.
Para além disto, reafirmo que o Pórtico já lá estava antes de aquela rua o ser, ou seja o que havia era uma estrada de cinza batida proveniente da fundição. Era por isso uma estrada privada dentro dos terrenos onde hoje existe a escola e onde nos anos 70 se rasgaram novas artérias dando origem a um novo bairro que se chama, ou chamava, Bairro Atrás das Hortas.
Continuo a defender a continuação do Pórtico onde está. Estou também de acordo que se façam passeios e até defendo que se construa o novo parque escolar(?), no lado direito desta estrada por forma a congregar as escolas todas numa zona. Para resolver o problema da falta de visibidade na circulação no sentido norte-sul, partilho da opinião de um sentido único, salvaguardando a passagem de autocarros.

João Baptista Pico disse...

Aceito as suas explicações e que ignorava a existência de acidente. Eu não ignorava esse ou outros acidentes pois as arestas dos pilares danificados esclareciam-me completamente. E uma mossa forte de frente que examinei uma boa dúzia de vezes no local causava-me calafrios.
Foi por isso que achei aquele sítio uma ratoeira, ainda mais perigosa quando está uma escola mais à frente.
Aquilo que está a dizer da passagem e da terra batida já está há muito percbido. Como sempre esteve percebido da minha parte que não se podiam misturar ali carros e miúdos da escola, sem passeios protegidos e uma faixa bem apertada para evitar grandes velocidades.
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Se fosse hoje, o próprio Keil do Amaral seria o primeiro a pedir para retirarem aquele pórtico, face à péssima solução encontrada posteriormente à sua edificação.
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Se custa e é algo defraudante retirar mais uma obra ao Tramagal que está tão carecido delas - e nisso eu sou sensível e muito mais do que a maioria dos tramagalenses e já o provei várias vezes e não quero ir a votos a mais nada, também podem tirar daí as vossas preocupações, porque a câmara não faz mais sentido com a crise das próximas décadas e as limitações administrativas decorrentes - então, fazia todo o sentido deixar o arco, mas retira de lá o trânsito e ficar passeio pedonal bem equipado e embelezado.
Ou o alargamento da estrada para o espaço do quintal ao lado e aí em sentido único, quando muito.
Assim como está, só mesmo passeio pedonal, se queremos aliviar a má consciência por um acidente dramático a todo o tempo expectável.
Aqui não está o gostar ou não gostar. Temos que ser superiores a essas pieguices. HAVENDO O PERIGO DE ACIDENTE para criuanças, NADA MAIS IMPORTA ACAUTELAR SENÃO A VIDA das crianças. FIM AO TRÂNSITO AUTO: apenas passeio pedonal.
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Se não foprmpos capazres de encarar as copisas com este pragmatismo, então o melhor é emigrarmos...