5.2.10

Ele há com cada um...

Na edição desta semana do jornal A barca vem uma reportagem logo na 3ª pagina feita pelo nosso colaborador Mário R. Fonseca onde se lêem as queixas dos pescadores de Belver acerca do açude que tranca a subida da lampreia e do sável que noutros tempos chegavam ás aguas que beijam o leito do rio nas suas freguesias. Também é certo que noutros tempos mais antigos a lampreia e o sável chegavam a Nisa e com isso eles nunca se preocuparam. Mais certo e sabido é que a maioria dos barcos estacionados nas margens do rio Tejo na zona da antiga Lixeira Municipal de Abrantes, são da propriedade de pescadores desta associação queixosa de Belver. Logo quem mais pesca “sem regras e com múltiplas redes” são os queixosos (ou queixinhas). Certamente não se lembram eles do “massacre” que efectuaram á espécie no ano de 2003, quando combinados com o pessoal da barragem fecharam as comportas e toca a apanhar lampreia até poder com o saco. Pelos relatos que na altura me chegaram, mais de 1000 exemplares foram colhidos nessa noite (pois foi de noite, quando é proibido pescar), vendidos a 5 euros cada em muitos casos.
Para quem não sabe em Tramagal neste momento existem um ou dois pescadores (a sério) e não causam “massacres desta natureza”.

1 comentários:

LC disse...

Pescadores (a sério ou a brincar) conheço eu muitos, eu gostava era de saber quantos deles espalhados pelo Tejo possuem as licenças para exercerem a actividade de pescador