16.2.10




TTL QUE FUTURO?
Vejo tanto falatório sobre pontes e lembrei-me de vos desafiar a mudar um pouco a agulha,que futuro terá esta sala de espéctaculos?que utilidade?como recuperar?Estas e outras questões não deixam de ser pertinentes e a merecer comentários.




20 comentários:

João Baptista Pico disse...

E não conseguiu ver na ponte a solução para esse "vazio" da sala de espectáculos?!
Junte as duas coisas. E pense noutras mais e depois pense no dominó. Não no jogo com os amigos, mas no chamado efeito DOMINÓ!
Vai tudo atrás...!

LC disse...

FELIZMENTE TEMOS A SAT QUE NÃO PRECISA DE PONTE

João Baptista Pico disse...

Mas precisa de obras e de público que suporte essas obras, que podiam chegar com a ponte...
Não vale a pena fazer como a avestruz no post abaixo...
E precisa de certeza no futuro, que também se transporta pela ponte!

Bortial disse...

Óh AV: se eu for (que não vou) a sua casa, não chego lá e digo-te para mudar o móvel xis e o m´´ovel zê, para aqui ou ali. Na sua casa manda você.
O TTl é privado, tem donos, e por isso, é problema deles.
Não há dúvida é que é uma pena o estado degradante em que se encontra aquele espaço mas contra isto não há (haverá?) nada a fazer.
Ai AV, AV...
VIVA O TRAMAGAL

João Baptista Pico disse...

Mas afinal nada corre bem no Tramagal?
O TTI é privado, tem donos, então falta aí quem fale com os donos?
Agora começo a perceber porque não há meio de terem a ponte. Os tramagalenses não falam uns com os outros? E nem gostam de ninguém de fora, é ?!
Daí terem cultivado e estimado tanto essas 37 curvas?!

AV disse...

Todo o bom tramagalense sabe que o TTL tem donos,não precisa de ser publicitado,só que a questão não era essa.Ai,Ai.....para que divagar.

LC disse...

Anda por aqui alguem a meter-se com os tramagalenses, mas o homem ainda não viu que ninguem lhe liga

João Baptista Pico disse...

E é esse rasgo de elevada educação do " que ninguém lhe liga" o que deve honrar mais o nobre cidadão, como se procedesse de casta superior.
E quando este desaforo se vomita num post ou num comentário da internet a blogosfera que alguns confundem com o quintal, então ainda dá mais vontade de apreciar o ridículo e a soberba destas criaturas do século XXI...
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Com o Tramagal a isolar-se cada vez mais, estas criaturas não enxergam para lá do seu umbigo?!
Os dados ficam registados para memória futura. Não há declínio de vilas e cidades, sem que os seus moradores não sejam disso responsáveis.
E isso não se decreta ou anula num post ou num blogue. Pratica-se na postura do dia a dia. Essa incapacidade de aceitar a crítica e discutir com argumentos assertivos é provincianismo total.
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Só faltou falar nos submarinos para gerar mais aplausos fáceis e deprimentes... e confirmar a regra geral dessa incapacidade civilizacional. E se ouvir meia dúzia dos que se dizem seus amigos a apoiá-lo, não embarque nesse aplauso. Esse aplauso está refém da mediocridade...

JA disse...

O senhor João Baptista Pico fala de todos os assuntos com arrogância e dom da palavra… quer ser o dono da razão em tudo o que é discutido. Pela quantidade de votos que obteve quando que se candidatou a cargos políticos já devia ter percebido que as pessoas não concordam com as suas brilhantes ideias (ou então não tem inteligência suficiente para as compreender… visto o senhor possuir uma mente iluminada) …

Lamacheira e Barca disse...

É iluminada por uma luz apagada, isso sim.

TZ disse...

nas páginas 17, 18, 19 e 20 da parte 2 do estudo que acima publiquei aparece uma lista dos accionistas do TTL

João Baptista Pico disse...

Desde quando é que umas tantas iniciais LA,LB,LC e LD, etc são donas da verdade no Tramagal?!
E desde quando é que os mais votados têm a verdade e a razão e o acerto das decisões?
Basta ver no próprio Tramagal onde os mais votados a crer no que se diz e nas omissões que se sofrem, são os menos competentes!

O que essas iniciais querem é capturar as ideias aos outros, como se no Tramagal ou no concelho de Abrantes a que pertence o Tramagal, nada mais pudesse ser dito ou comentado, que fuja ao clube partidário dos inimigos do pluralismo democrático.

Não há um fio de coerência e de razão nos argumentos de maldicência dessas iniciais com voz de gente...
Se é isso o exemplo do Tramagal, então cumpra-se a Constituição e fora com os anti-democratas!

Muad'Dib disse...

Eu nem vou comentar aqui o Sr João Pico que em vez de dar ideias ou sugestões insulta os Tramagalenses, mas o caro Bortial foca no ponto real da questão do TTL: é privado.

Sendo privado os donos que tratem da sua propriedade, para mal de quem gostaria muito de ter o TTL recuperado. Também diga-se que deixando passar mais uns anos, e não são precisos muitos, o TTL já não tem recuperação.

Felizmente a Associação Vidas Cruzadas utiliza o TTL como sede e aproveita o espaço, ver o projector de cinema que foi recuperado, o que sempre o deixa ao menos abandono.

De resto o TTL já serviu para tudo, alias, o interesse dos donos no TTL é tanto que qualquer pedido é aceite. O TTL já foi usado para festas de carnaval e passagens de ano!

Porque é que os donos não se juntam e oferecem o TTL à Junta de Freguesia? Eu sei a resposta, são mais que as mães...

João Baptista Pico disse...

Agora já não dou ideias?!
Anotei a confirmação do que escrevi atrás, e em pergunta, anote-se: os tramagalenses não falam uns com os outros?!
E concluí, partindo desse facto para justificar que poderá estar aí a razão de muitos problemas locais. E é na natureza desses problemas locais que me interessaram nestes últimos anos para a abordagem que venho fazendo.
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Mais: O TTL ficámos agora a saber por este último comentador que acabou por dizer o que os outros sete ou oito não disseram antes. E nisso leva a palma em relação aos demais.
O TTL tem tido uso e utilidade e até parece franquear as suas portas a quem lho pede, apesar de ter dos donos "serem mais que as mães". Entre aspas o "serem mais que as mães" que foi o termo usado pelo último comentador. Não foi por mim. A mim apenas me cabe por "generosidade vossa" o epíteto de "insultar os tramagalenses".
Agora dizer que aqueles donos que franqueiam as portas a tudo o que lhe pedem, ainda por cima levam com esta frase cruel" são mais que as mães"!!!
Adiante, o TTL é a sede da Associação Vidas Cruzadas. Serve para o Carnaval.
Ah, só não serviu ainda para ser dada à Junta. Se calhar é esse um dos pecados!!!
Porque o outro "pecado" ouvimo-lo pelo LC ou LA logo no início dos comentários: "ainda bem que no Tramagal temos a SAT"!!!
Não precisam de duas salas?!
O problema é esse: não querem duas salas! UMA CIUMEIRA PEGADA!

Atalaia disse...

Óh LC
Como diz entrumetem-se...Não nos deixam procurar resolver os problemas que temos na nossa terra...E pelo que constacto esse personagem já me faz lembrar o «MIMO»...Aquela personagem habitual que surge sempre atráz do repórter quando existe reportagens no exterior dos estádios de futebol... Não acha?... Cromo
assim só (MELGA)...

TZ
Para si achei bastante interessante a publicação deste doc:E depois de ter lido todo este projecto que aliás já conhecia,verifica-mos que em todas as reuniões efectuadas,não houve consenso práticamente em nenhumas,isto devia-se à paixão e bairrismo existente entre os representantes das colectividades.Depois de lêr a lista dos accionistas do TTL verifico que só na 1ª página existem apenas dois se não três sobreviventes,nas outras e se não estou em erro não encontrei nenhum.Herdeiros devem concerteza existir,porque segundo a lista nos diz,nessa altura já existiam.Será que estes três sobreviventes teem representatividade em qualquer matéria de decisão?...Quem são os legítimos herdeiros das outras partes?...Será que a maioria também já não existe?...Quanto será o custo em moeda, para levar um processo desta natureza a uma conclusão definitiva?... Quem suportaria os honorários do processo e dos processos individuais?...A quem se entregaria este património após o processo concluído?...Aqui fica a questão.

Lamacheira e Barca disse...

TTL, uma sala a recuperar ou a deixar morrer?

Vários pontos devem de ser analisados antes de se decidir o que fazer. Sou ainda novo em relação ao auge da utilização da sala, só já apanhei as ultimas sessões de cinema e poucos foram os bailes que frequentei nas suas instalações, no entanto este é um dos símbolos colectivos da nossa vila e que não sendo nosso (da população) sentimo-lo como sendo. E por isso valeria a pena recupera-lo originalmente.

Depois existe o outro lado. Embora novo demais para ter presenciado, rezam as histórias antigas que persistia uma enorme rivalidade entre o TTL e a SAT, talvez essa rivalidade tenha sido sinonimo da decadência que ambas as salas sofreram nos anos 80, a par da crise provocada pela orfandade do meio de sustento da vila (o encerramento da MDF). A muito custo, pessoal, de quem tomou as rédeas da SAT esta conseguiu subsistir até aos dias de hoje.
Agora pergunto, vale a pena recuperar o TTL originalmente e reacender esta rivalidade, conduzindo ambos os espaços para o marasmo novamente?
Acho que não. Quanto a mim (e esta é a minha opinião) a história do TTL deve de ser recordada e mantida no passado. A sala merece ser recuperada, sem dúvida, mas não com a finalidade de outros tempos. Há que dar uma polivalência á estrutura que possibilite a sua sustentabilidade. Penso que um só projecto para a sua recuperação é pouco. Há que conciliar ideias e criar um espaço dinâmico e útil.

João Baptista Pico disse...

Pois é...
Quem paga essa remodeação se a SAT está como está?
Talvez o dinheiro municipal ou o subsídio estatal ou a CE.
Tudo bem.
Só que há quem chame a resolução da questão a uma "coisa" só para uns LA e LC & Cª,DECIDIREM DEMOCRATICAMENTE se é que chegariam a acordo e que acordo seria esse?!
Englobava 4 ou 5 mil Tramagalenses recenseados, mais os outros milhares de Tramagalenses que até aparecem por Faro?!
Contudo - segundo o generoso e inquestionável democrata pluralista LB - o dinheiro até já pode vir de fora da freguesia ou de fora do concelho...
Se vier da CE talvez a comissária cultural da Bulgária nos peça por contas...
A democracia e a cidadania do nosso quintal é um mimo!...
O atraso do tramagal, do concelho e do país mede-se com esta regra métrica, mais velha que o Viriato!!!
Passem bem rapazes...

Lamacheira e Barca disse...

Dá-me ideia que lhe faltou perceber algo…
Eu não sugeri (quem sou eu para o fazer) que recuperassem o TTL para fins culturais. Penso que a SAT (onde o senhor esteve) basta para servir a população.
Pergunto-lhe eu acha que a recuperação de uma sala de cinema no nosso concelho se justifica? Para quê? Para estar como a do Teatro São Pedro desde que abriu a do centro comercial milennium? A recuperação do espaço (quanto a mim) passa por uma reestruturação do mesmo, até a nível de utilidade.
Os dinheiros se vêm de dentro ou fora da vila, concelho ou país pouco importa, se vierem é porque estão disponíveis para quem a eles se candidate.

João Baptista Pico disse...

Ontem saiu na ABARCA e hoje saiu no Expresso a mesma Carta ao Director(a)sobre a Barragem de Almourol.
O que é que isso tem a ver com o TTL?!
TUDO ou nada!
A Barragem de Almourol poderá ser o "financiador directo ou indirecto da NOVA PONTE (sem IC9), poderá restituir a navegabilidade a barcos de maior dimensão ( o limite será o tabuleiro da ponte do Rossio) entre Mouriscas/Alvega e Almourol e incursão até à foz do Nabão no Zêzere e restituir a dignidade humana e a vida sem stress na Arrifana, mercê da requalificação do estuário do rio Torto!
E maior qualidade de vida a 11 freguesias ribeirinhas no concelho de Abrantes, com esp+ecial incidência sobre a Vila do tramagal, se as suas gentes deixarem de serem reféns de preconceitos totalitários e anarquistas e se assumirem como nos "Forum da Coidadania" deste Verão último, como cidadãos de corpo inteiro.
Há muitos milhões à conta da barragem para a futura concessionária fazer obras locais.
Isso vem no programa. Há saneamento básico e tratamento completo, como não há nada disso no concelho, nem sequer na ETAR da Fonte Quente em Alferrarede. Por isso há quem queira as águas a correrem de imedsiato para o Atlântico, não vá ficar por cá o efeito...
Paradoxalmente, ainda sobram uns porcalhões mixurdeiros que defendem quatro mini-hídricas, umas represaszinhas com coliformes a boiarem, para que cada um pesque no seu quintal... E se varra a navegabilidade de vez no Tejo.
A falta de água na captação da Barquinha a que alude a Pro-Tejo, após a barragem em Almourol, até deixava de ser necessária aquela bombagem. Ia a água por queda natural para outra armazenagem mais centralizada. Em quaisquer dos casos a água estava sempre a montante e numa cota mais elevada, o que garantia água e os caudais do Tejo poderiam ser mais constantes ao longo do ano e da estiagem. Mais de metade das queixas dcom Espanha esbatiam-se!
Pois é, faltava a "bandeira" e sobrava pau, mas onde já não havia em que "bater"!!! O problema é esse?!

João Baptista Pico disse...

"FORUM da CIDADANIA" saiu com um erro, mas não foi intencional, como se perceberá. As minhas desculpas.