comanda a vida?
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3.3.11
20.4.10
Percursos de BTT marcados por diversos ciclistas no Google Earth com a aplicação Wikiloc
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Já noutras ocasiões nos referimos aqui à potencialidade da região para a prática das diversas modalidades do ciclismo, em particular do BTT: já existe um elevado número de praticantes locais e alguns clubes, realizam-se muitos eventos da modalidade (por exemplo: cicloturismo organizado pela ARTRAM dia 25 de Abril , passeio BTT organizado pela Casa do Benfica de Abrantes dia 6 de Junho, Volta a Portugal...), existem serviços comerciais e de reparação de bicicletas, há uma densa rede de percursos variados, há várias localidades onde se pode sedear e desenvolver uma rede de "bases de apoio", há instalações desportivas municipais com capacidade para oferecer conforto aos praticantes (balneários, piscinas...), há a possibilidade de articulação com o transporte ferroviário, há qualidade paisagística, boa gastronomia, património histório e cultural...
Parece-me que só está a faltar um pouco mais de promoção, especialmente dirigida aos praticantes e famílias da "Grande Lisboa", para transformar o Concelho num importante destino da modalidade. Com pequeno investimento podia focar-se no ciclismo a estratégia municipal de ligação do turismo ao desporto e a partir daí se podiam agregar a prática da marcha, da patinagem, do hipismo e outros desportos de prática informal.
Como estímulo e exemplo, deixo-vos o link francês do projecto "Vias Verdes" (bom "guia prático") que integra e promove muitos milhares de quilómetros dos melhores percursos de bicicleta da Europa, incluindo em Portugal.
14.4.10
O arranjo do sítio da barca de Tramagal e, já agora, dos cais de Rio de Moinhos, é um tema recorrente nas conversas de tramagalenses, nas promessas de políticos e até na blogoesfera. Porém, só num concurso promovido pela Câmara de Abrantes tive oportunidade de ver expostas, em anteprojecto, algumas propostas sobre o que podia ser esse arranjo.
Estimulado pelas belas imagens que o Abílio Pombinho ontem expôs no blogue LAGAMART, dei comigo a pensar no que se podia fazer para beneficiar esses espaços e aumentar o seu aproveitamento social e económico.
Considerando condicionantes financeiras e ambientais, a exequibilidade das ideias (imaginemos que se podia fazer até ao Verão) e a imprescindível preservação da qualidade natural e paisagística dos lugares, partilho convosco algumas medidas simples, que julgo que se podiam executar com baixo custo privilegiando o uso de "engenharia naturalista":
- Dotar os lugares de água, sanitários e electricidade;
- Realizar limpeza e regularizar áreas de estadia;
- Instalar mobiliário, (por exemplo do lado de Tramagal 30 lugares "sentados à mesa", grelhadores, bancos, estruturas de sombreamento, contentores para resíduos, baloiços);
- Melhorar percursos pedonais;
- Ordenar o estacionamento automóvel;
- Disponibilizar informação de segurança, da qualidade da água e turística;
- Desenvolver plano de comunicação e publicidade.
Entretanto, podia-se ir trabalhando para:
- Instalar estruturas de apoio com serviços de snak/bar e comercial;
- Melhorar as condições balneares;
- Estabelecer programa de monitorização da qualidade da água;
- Reactivar a barca/travessia;
- Integrar estes lugares nas redes de espaços de uso público e em rotas de passseio pedestre e de bicicleta;
- Apoiar a criação de empregos;
- Incentivar o aparecimento de alojamento turístico nas localidades;
- Incentivar a reabilitação do edificado na envolvente.
(post em construção)
22.3.10
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15.7.09
10.7.09
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Um marco velho, um coreto velho, um coreto novo (palco), um espaço de jogo e recreio para crianças, uma vasta área pavimentada (sem barreiras à acessibilidade das pessoas com mobilidade condicionada), extremo do caminho de ligação ao Tejo. (2,5 - 3m de largura em asfalto claro, para peões, bicicletas e patins). Com bancos confortáveis.
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Um tanque de betão para encher com água do Ribeiro Seco e caminhos com 2,5 - 3m em asfalto claro
9.7.09
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