(clique na imagem para ler notícia RTP).
Estarão as "medidas de burocracia florestal" promovidas na anterior legislatura a surtir efeito? Parece-me que não, mas espero sinceramente que haja tempo de medidas efectivas serem executadas. Entretanto, as notícias de hoje sobre os incêndios em 2009 provocam-me algumas questões:
a) Afinal houve fogos este ano? Isso não foi só na Grécia?
b) Porque não se discutiu este assunto na campanha eleitoral para a Assembleia da República? Não tem importância? (não escutei nada).
c) Num concelho como o de Abrantes não deviam todas as candidaturas pôr à discussão as suas propostas concretas para a floresta e silvicultura? Por exemplo: Quantos quilómetros de caminhos florestais se vão melhorar ou executar nos próximos 4 anos? Quantos novos pontos de água? Irá a CMA comprar área florestal? Como vão ser executadas as limpezas de mato que a lei exige? Qual o montante previsto para incentivos ao repovoamento rural? etc. ...
Especialmente confrangedora, e grave, porque foi nas gestões do Partido Socialista que os incêndios se tornaram uma marca de Abrantes, é esta hipnótica e única referência à floresta no plano do P.S.: "Apoiar as organizações de produtores e proprietários agro-florestais na construção de processos de gestão conjunta e integrada da propriedade, com vista à sustentabilidade económica e preservação da actividade tradicional em torno da mancha florestal e do olival ".